Day by day

Alone???

Posted by: Adriana Moreira on: Dezembro 3, 2009

Ás três horas da madrugada de sábado para domingo, enquanto lava o rosto antes de ir dormir a resposta para a pergunta que me deixou transtronada por anos veio à mim como um raio, como uma inspiração de poema (sem avisar e arrebatadora).

Todos sempre querem saber o que vai ser de suas vidas no fim das contas, onde todos os seus atos irão leva-los. E eu descobri. Eu estava me preparando para ser sozinha.

O interessante e assustador da noite é poder imaginar seus piores medos sem a menor distração e eu me peguei pensando que se fosse pra eu ser sozinha (se eu não fizesse nada pra mudar) eu queria ao menos seu louca. Pra não ter que sentir.

**Tem mais… mas eu achei melhor censurar.

Séries!!!

Posted by: Adriana Moreira on: Dezembro 2, 2009

Eu nunca gostei muito de TV. Os canais abertos são todos muito chatos. Temos mulheres cozinhando com o auxílio de um boneco de pano, homens gordos que fazem piadas, crianças tirando perucas de velhos e novelas, muitas novelas. E nada disso me agradou por um bom tempo. Até que eu descobri a internet e as sérias americanas. Não há nada de muito maravilhoso em nenhuma delas, na verdade. Elas também são manjadas, seguem um padrão e duvidam muito da nossa inteligência. Mas os americanos têm um jeito de fazer TV que simplesmente sabe como prender um espectador. Elas nos fazem grudar na tela de uma maneira que nos faz pensar que não há motivo para sair dali da frente. Para que comer, viver, respirar, se temos tudo o que precisamos ali, romance, diversão, suspense, gente linda, conversas inteligentes, música… Tudo!

Então resolvi fazer um Top 5 (porque Top 5 rocks) com as séries dessa temporada que estão explodindo a minha cabeça (ou seja, me deixando muito louca esperando ansiosamente pelo próximo episódio!)

05.30 Rock

É sobre os bastidores de uma série ao estilo SNL da NBC, que se passa no Rockefeller Plaza (por isso o nome…) a série tem como personagem principal a Liz Lemon, interpretada pela maravilhosa e sempre muito engraçada Tina Fey. Ela é a Roteirista Chefe do show e as coisas mudam quando o novo chefe, Jack, Alec Baldwin praticamente interpretando ele mesmo, chega e resolve mudar todas as coisas. Uma premissa que pode parecer boba, mas juro, é de morrer de rir, tem cada absurdo que ninguém acredita. Há milhares de referências a outras séries e afins, e ainda diversos convidados especiais maravilhosos, desde Jerry Seinfeld até o cara do Maroon 5!

Os personagens secundários algumas vezes roubam a cena. O meu preferido (tirando a Liz, claro…), por exemplo, é o gordinho, meio nojento, Frank, que sempre tem uma coisa besta escrito no boné. Mas tem o Kenneth e sua ingenuidade hilariante e a Jenna achando que é muito mais do que realmente é. Todos valem à pena. Ótimo pra assistir sem compromisso já que os episódios não são muito linkados.

Só consegui assistir a 1ª e 2ª temporada, pois são muito fáceis de achar no torrent, infelizmente a 3ª está difícil e não tem quase em nenhum site de compartilhar vídeos e muito menos para comprar. Um dia eu consigo ver, nem que eu exporte o Box. Quem estiver com vontade, é uma série que até se acha rapidinho online, e como não segue uma seqüência firme, não tem importância não ver na ordem.

04.The Big Bang Theory

Essa é com certeza uma das séries que mais prometem dos últimos tempos. Ela é novinha, acabou de começar a 3ª temporada e tem tudo o que todo mundo pode gostar, ou seja, uma típica SitCom. A história é sobre 2 nerds, mas presta atenção, muito nerds mesmo, daqueles que só eles entendem as suas próprias piadas de física e jogam RPG online o dia inteiro se deixar e esses 2 nerds moram em um apartamento de frente para um que acaba de mudar uma moça, linda, loira, aspirante à atriz que trabalha como garçonete. Esses são Sheldon, Leonard e Penny. O ponto chave da história é um possível romance entre o Leonard e a Penny que fica beirando ao acontecer o tempo todo já que eles são tão diferentes, mas o dono do show é o Sheldon. Quem não sabe quem ele é ainda não devia estar lendo esse post, devia estar baixando essa série e rindo de TODAS as falas dele.

Claro que não posso me esquecer de citar os outros 2 personagens que apesar de serem meio secundários são igualmente engraçados e ecenssiais: Rajesh Koothrappali e o Howard Wolowitz. O Raj é um indiano super tímido que não consegue falar com mulher nenhuma, a não ser sobre efeito de álcool e Wolowitz é o oposto, acha que pode conquistar todo mundo.

Na minha humilde opinião a melhor coisa da série são as interações da Penny e o Sheldon. Eles são completamente opostos e toda vez que eles mantêm uma conversa eu simplesmente não consigo parar de rir. E note que eu não estou puxando sardinha para um possível romance, peloamordedeus, não tem nada a ver, quem pensa isso, por favor, pare agora!

03.Dexter

Essa vai ser a única série da lista que não vai ser de comédia. É fácil eu gostar de uma comédia, eu rio de qualquer coisa, é só ter uma situação vergonhosa, um climão, um personagem mais sarcástico e eu já estou fisgada, mas Dexter não é engraçada… Bem… não a maior parte do tempo. Então é peculiar eu gostar dela, mas é que a história é tão envolvente e cheia de mistérios que não tem como não ficar atenta!

A história é sobre um homem (o Dexter do título) que tem um problema um pouquinho sério demais, ele é psicopata. E daqueles que não se satisfazem se não matarem alguém. Isso mesmo… O herói da série é um assassino. Mas a história tem mais, o seu pai adotivo, Harry, notou essas suas tendências e resolveu prepará-lo para o mundo, sendo Harry um policial, ensinou a Dexter que tem uma quantidade enorme de gente malvada no mundo que a polícia não consegue prender e eles continuam nas ruas impunes e fazendo maldades. Era esse tipo de gente que ele tinha que caçar. Então Dexter é um assassino, mas com princípios E que trabalha pra polícia. Ele e a irmã, Deb, são do departamento de polícia de Miami e ficam atrás de assassinos o dia inteiro. Ou seja, Dexter é um serial killer que procura serial killer. Ninguém nem desconfia claro, do seu trabalho noturno, (tirando o Sargento Doakes, o policial durão que quer ver a justiça) e isso perturba muito Dexter, ter que viver sempre com a máscara.

É uma história cheia de tramas, intrigas e suspense pra caramba. Essa é praticamente literalmente de explodir sua cabeça, (de ter que segurar sua cabeça a cada final de episódio pra impedi-lo de sair voando) cada episódio parece um filme de ação diferente. Tem perseguição, sangue, mistério, sangue, reviravoltas, sangue e um toque de música latina! Vale à pena assistir com certeza. Se você não tem um coração forte, não assista à noite, pode não fazer bem… Mas tem que começar da 1ª temporada e não perca um episódio por nada!

02.The Office

Recentemente me ensinaram a maravilha de uma coisa que é o CLIMÃO. O CLIMÃO é aquela vergonha alheia sabe? Aquele sentimento de completa embaraço que a gente sente quando vê outra pessoa fazendo algo ridículo e que só vai fazer parecer ainda mais retardada? Então… Antes de saber a verdade do CLIMÃO eu sentia vergonha alheia também. Não sabia onde enfiar a cara, ficava vermelha pelos outros, etc… Mas agora eu aprendi a apreciar um CLIMÃO, ver como um momento desse a gente não tem que ficar se escondendo e sim rindo do momento maravilhoso que ali se apresenta de completa falta de comunicação e/ou noção.

The Office é uma série que eu vim a apelidar de série do CLIMÃO. Por quê? Bom… A história é baseada numa série inglesa do mesmo nome (eu prefiro a Americana, sabe… mas fácil de achar pra baixar e eu não preciso de legenda pra assistir) que conta o dia-a-dia dos funcionários de uma empresa de papel, a Dunder Mifflin. É num estilo documentário, então os personagens estão sempre atentos para a câmera e até dão depoimentos. Temos diversos personagens peculiares, o vendedor bonitinho, Jim, que é apaixonado pela recepcionista fofinha, Pam, e são muito amigos, porém não podem ficar juntos, pois ela está noiva de outro. O vendedor maluco, Dwight, que todo mundo zoa com a cara e ele sempre tem atitudes muito estranhas, só vendo pra entender. A funcionária religiosa, o novo estagiário, o latino-americano, o funcionário mais sério, mais abobalhado, etc… Mas o personagem principal e ponto alto do programa é o chefe, interpretado por Steven Carell, aquele do Virgem de 40 anos, Michael Scott, que eu posso resumir em poucas palavras: Um-Completo-Imbecil. Ele é tão anta, mas tão anta algumas vezes que dá vontade de entrar pela tela e dar um tapa na cabeça dele. Mas é engraçado de ver e dá um alívio pensar que eu não tenho um chefe assim! xD E o Michael é capaz de provocar os mais diversos tipos de CLIMÕES que vão fazer você rir a sua bunda pra fora!

Eu tinha realmente ficado muito viciada em The Office nos últimos tempos. Mas como já está na 6ª temporada está difícil ver tudo online. Mas já consegui ver as 2 primeiras temporadas e recomendo com vigor! Talvez você queira se esconder debaixo da cadeira com as coisas que acontecem, mas segurem-se que vão ver uma séria muito engraçada mesmo.

1.Glee

Eu deixei essa pra comentar pro final, porque é a que eu estou mais empolgada no presente momento. Quando eu vi o primeiro episódio de Glee, um amigo me disse que eu ia gostar MUITO, que eu ia chorar, vibrar, rir, etc… Bom…eu gostei,mas não do jeito que ele falou. Fiquei com a barra de expectativas lá em cima e não atingiu. Mas depois que os outros episódios vieram, eu estou agora muito animada e esperando ansiosamente por cada episódio.

A história é uma coisa meio High School Musical, mas se eles tirassem sarro de si mesmo. Um professor de espanhol, Will, resolve reativar o falido Glee Club, que produz apresentações de coral porém com passos de dança. Infelizmente o Glee Club não é mais uma coisa importante de gente popular, e sim dos losers, então um bando de garotos perdedores, como a sociedade americana assim os condena, compõe o grupo. O gay, a gordinha, a gótica, o cadeirante. Todos excluídos, mas com um talento em comum, saber cantar. O professor quer dar um up no clube, então tenta chamar um dos garotos mais populares pra entrar pro time, o jogador de futebol americano e muito, muito lindo, Finn.

A história não é lá aquelas belezas. Bem típico série de colegial americano, tem os geeks, nerds e tem os bonzões do time, e as líders de torcida. Mas apresentações musicais são muito boas, pelo menos para o meu gosto musical pop, e tem momentos muito engraçados. Os personagens mais divertidos são com certeza a Treinadora das Cheerleades, Sue, mais sarcástica não tem igual e a vilã da brincadeira. E a Rachel, a estrela do Glee, nerd e excluída, ninguém gosta dela, só que ao contrário de todo loser de colegial americano, ela se acha, muito, dando um pouco de nervoso até, mas rendendo boas risadas e ela tem me ganhado nos últimos episódios…

A série também é repleta de CLIMÕES de dar gosto e uma tonelada de personagens estranhos que vão sendo apresentados aos poucos. Se você gosta de um pouco de futilidade da sua vida, assiste Gossip Girl escondido no quarto sem contar pra ninguém, dança Spice Girls quando ninguém ta olhando e faria sim uma plástica se não custasse tão caro, ou seja, não se leva a sério, Glee é uma boa escolha para esse momentos que a futilidade extrema bate.

Então essas são minhas 5 dicas para salvar o domingo de vocês do Gugu (que, fiquei sabendo semana passada, está na RECORD O.O), do Faustão, do Fantástico e de todos esses programas que dão vontade de se jogar do Pico do Everest e ir rolando neve a baixo, porque é mais divertido do que o que tem de domindo na TV… Por isso, assistam essas séries, não mudará suas vidas, mas fará dela mais divertida =)

Divino

Posted by: Adriana Moreira on: Novembro 30, 2009

 

Gente, a Keka foi bem demais na apresentação!!! Ela plantou bananeira, dançou de joelho e até rodopiou num pé só!!!Ela arrasou na apresentação,  “revolucionou na  dança” rs  (Fato! Ela é a rainha de todas danças, da maquinas dança, e afins!!!)

E nós comemorado como? Adivinhem?!?! Comendo! lo/

A Keka me levou pro meu-lugar-preferido-no-mundo-inteiro-a-partir-de-agora!! xD

 

Ela me levou para conhecer um lugar *DIVINO*: (brilhem, letrinhas, brilhem!) sim, esse é o nome de um lugar *DIVINO*(faz jus ao nome)  Fica em uma rua da “Freedom”. Serio gente, acho que ate vou fazer um mapa para vocês entenderem melhor a coisa toda!E poderem ir também!

A entrada e muito bizarroa, na recepção tinha um cara de terno muito serio e com olhar serial killer rs. Você dá o seu nome pra ele, medinho né!? Mas vale a pena pode crer. (de final de semana tem que fazer reserva, mas a Keka ia lá sempre e tem passe livre! xD) Então você entra no *DIVINO*. A porta é uma cortininha com cheiro meio esquisito de comida japonesa e algo nojento não indentificavel, eu achei que iria morrer, por isso me agarrei ao braço da Keka (ela disse que ta roxo meio verde ate agora rs) Entramos… eu me emociono só de lembrar… O lugar era lindo demaaaaaiiisss!!! T_T

Tem o salão principal com os melhores videogames do mundo inteiro! Tem umas partes que o chão ACENDE quando a gente passa por cima! Quando chegamos tinha umas caras passando meio mal, mas felizes da vida, tipo vomitando e dando risada. A Keka me disse que quinta à noite eles montam uma arena para campeonatos (de Heróis da Guitarra e etc)! E que eles normalmente duram até sábado à tarde… Ah, é ela disse que tem um pessoal que nem dorme, fica na base do móppy e de caramelo!!!

Móppy!! Gente eu tomei Móppy!!!Aquele suquinho de soja em saquinho, sabe!? Uma Delicia! Meu preferido é o de limão!1! ;D Fazia bem, um século que eu não tomava Móppy!Vou tomar todo dia!rs

Voltando ao *DIVINO*., saindo do salão principal vem as salinhas menores dos karaokes.Cada uma tem um tema diferente de anime e oriental, a gente entrou na que se chamava Pallet! A moça que nos atendeu tava vestida de pikachó (#eumorriquandovi) (Na próxima vez nos iremos com certeza na “Caçadora de Cartas!”). Chegando lá o Beto tava cantando (como cantor,ele é melhor no “Herói da Guitarra”! kakakaka)

Tinha um pessoal novo que eu adorei conhecer a Maindy e o Bolacha (chaxa), São o casalzinho mais fofo do mundu!!!

Maindy e o Bolacha, Antes de chegar a Keka já tinham me preparado:

Olha, talvez você ache que o cara é meio esquisito porque ele usa umas roupas estranhas, é que ele é cego de nascença”..

Ai eu fiquei meio sem reação, eu não conheço nenhum cego, fiquei imaginando que iria conhecer um menino quietinho e que se fantasiava de Carmem Miranda sem querer todas as manhãs. Mas, quando ele e a Maindy chegaram, não tinha nada de esquisito! Muito pelo o contrário, a roupa dele era a mais legal do universo e ele é alternativo e super independente. Me deu altas dicas sobre os lugares! Ele disse que “reconhece tudo pelo jeito que o som e o cheiro vibram” (o.O) e que, quando tem dificuldade, pede ajuda pra Maindy, mas esses momentos são bem raros.Legal né!

A gente ficou dando volta pelo bairro (Amo Liberdade!) Eles me mostraram um monte de lojinhas legais, que vendiam tanta coisa, coisas que eu nunca tinha visto na vida! Tipo a lojinha que vendia pirulitos em formato de dragão chinês que, quando você dá a primeira lambida, o dragão solta um rugidinho!! o_Ô!!! Sim, ‘wraaur’ do mal!! Eu não descobri o segredo desses negocio até agora! Se alguém souber me avisa??! kakakakaka Depois nos fomos a uma livraria fabulosa, que tinha um montão, infinitas prateleiras e estantes, de livro de desenho! Um mais bonito que o outro!!! Foi muito boa a tarde/ noitinha com essa galera!

 

A noite/madrugada eu a Keka e minha Mamys, comemos 1000 toneladas de besteiras, conversamos e rimos,e ouvimos as perolas da mamãe, gente minha mãe nem bebeu e soltou  as coisas mais magníficas do mundo, que merecem um livro só pra ela.

Uma ora ela me chamou lá na sala pra assistir um programa na tv sobre partos! AI MEU JESUS! Fico nervosa só de lembrar! A mulher gritando, uma cabeça saindo do meio das pernas dela e minha mãe “Olha, quando você nasceu eu não fiz esse escândalo todo não, segurei quietinha!!!” Kakakakakaka (Minha mamis é o máximo, gente!) rs

 

Teve a noite do bambolê aqui em casa! A gente fez um mini campeonato e eu fiquei em 2° lugar (de três pessoas Ahá!)! A rainha do rebolado é a Keka, CLARO!!

 

Gente teve muito mais coisas, mas eu fico por aqui!Foi um dos dias mais legal do universo!Isso é um FaATO! /o/ /o/ /o/

 

Obrigada Keka! O recheio do meu pão de queijo, a luz da minha lanterna, a tinta da minha caneta, a novela das minhas nove horas!!! Kakakakakakaka

 

Te amo muito, amiga! Pra sempre! S2 :D

 

 

 

 

Amor?

Posted by: Adriana Moreira on: Novembro 28, 2009

*Escrevi esse texto pensando em um amigo  e depois  em mim mesma digamos, a  princípio ele me inspirou a escrever isso…


Existia um garoto e uma garota que se amavam.

Essa poderia ser uma história bem boa. Mas não é. Porque não é sobre duas pessoas dividindo o mesmo amor. É sobre gente de verdade, com sentimentos de verdade. Então é uma história sobre um garoto e seu amor.

Um dia ele acordou e estava amando. Assim. Ele não sabia como veio a ficar amando. Ele não sabia se estava se sentindo assim por causa da garota, ou por que ele queria, ou porque um alien estranho colocou essas coisas na cabeça dele. Na verdade, ele não sabia nada sobre amor. Mas não havia nada que ele podia fazer sobre isso.

Ele sentia um aperto estranho na garganta quando falava com ela, faltava ar nos seus pulmões, ele não conseguia respirar ou controlar suas mãos. Ele podia estar com uma doença! Ele até pensou em conversar com um médico, mas pareceu um pouco besta. Porque ele não se sentia doente, ou quente ou estranhamente tonto perto de nenhuma outra pessoa, ou objeto, ou o tempo. Na verdade, ele não poderia ligar menos para o tempo, ou os objetos, ou as pessoas. Porque ela era o seu primeiro pensamento na manhã e o seu último da noite.

Ele esquecia de respirar quando ela estava por perto. Como se isso não importasse tanto e quando ela saia do lugar, ele se tocava que estava segurando a respiração como se estivesse debaixo d’água e então expirava, aliviado.

Claro que as pessoas notaram essa estranha mudança de atitude. E elas começaram a perguntar. Porque as pessoas…. Elas sempre perguntam. Elas não podem viver um minuto sem saber tudo o que está acontecendo ao redor delas. E elas queriam saber porque ele ficava vermelho quando ela dizia algo engraçado, ou porque ele a encarava tanto, ou porque ele se distraia e fala besteiras quando perguntavam de namoros e porque ele, de repente, achava que nenhuma garota no mundo era bonita o suficiente. Eles queriam saber. E ele não sabia responder. Porque ele não tinha a menor idéia do porque ele achava que ela era o único ser humano que valia a pena ser olhado. Ele não sabia responder essas perguntas.

Então seus amigos caçoaram dele. E ele negou, fingiu que não ligava e falou que eram loucos. Sua mãe o enchia de perguntas e ele fingia que ela estava sendo super protetora e lunática. E seu pai tentava ter conversas extremamente constrangedoras com ele sobre sexo preventivo e ele fingia que estava “tudo bem” com tudo isso e ignorava as não tão sutis insinuações. Ele fingia até bastante.

Ele fingia na frente dela, que ele gostava de outras garotas. E na frente de outras pessoas, que ele não gostava dela. E ele fingia que não ligava quando ela arranjou alguém para namorar. E ele fingia para pais, professores, faxineiros, e até para ele mesmo, algumas vezes. E você sabe de uma coisa? Fingir é um pouco cansativo.

Então ele cansou de fingir tanto, e de se sentir um lixo sobre algo que um monte de pessoas fazem filmes sobre falando que é algo maravilhoso. E ele decidiu contar para ela.

Foi um bom dia quando ele pensou nisso. Ele estava deitado de barriga pra cima na sua cama e pensou: “Eu devia contar pra ela!” E parar de se sentir tão ridículo sobre isso.

Então ele planejou. Porque uma coisa tão grande como essa não pode ser simplesmente jogada. Tem que ser planejada. E bem planejada. E ele teve sonhos de lareiras e paisagens maravilhosas e beijos de cinemas e era tudo incrível. Mas um dia, durante a aula ele contou pra ela. Na frente de todo mundo. Ele meio que gritou, na verdade. Foi como se eles tivesse prendido a respiração por um bocado de tempo até que seus pulmões não agüentaram mais e ele teve que soltar. E ele soltou.

E não teve nenhum fogo de artifício, e beijos, e olhares apaixonados, e trilha sonora, e nenhuma palma. As pessoas estavam assobiando e caçoando e ela estava se sentindo bem envergonhada e tinha a cabeça baixa, provavelmente tentando não rir e ele estava se sentindo ridículo e humilhado e quando ela falou, ela disse: “Obrigada, mas não…”

Sim. Foi isso. “Obrigada, mas não.” Anos e anos de devoção e amor infinito para um simples “Obrigada, mas não”. Ele então notou que a vida era assim simples que nem um “Obrigada, mas não”.

Ele estava apenas complicando. Não quer dizer que não doeu tanto quanto se ela tivesse dito um discurso sobre o quanto ele era insuportável. Ou como se ela tivesse dito que sentia o mesmo, e depois traído ele. Não, doeu o mesmo tanto. Ele se sentiu como a pior pessoa do planeta inteiro. As pessoas da África não estavam sofrendo tanto. As pessoas do Iraque não estavam tão bravas quanto ele. E as pessoas que aparecem na TV ao Domingos não estavam mais envergonhadas do que ele. Ele estava no fundo do poço. Descendo ladeira a baixo. E ele tinha perdido toda a sua moral, dignidade e auto-respeito. Então ele chorou.

E quem disse que garotos não choram nunca se apaixonou. Nunca teve que viver com um horrível, destruidor, desesperançado, enorme sentimento como esse. Provavelmente nunca nem ouviram da palavra amor e nem sabem o que significa. Então ele chorou e sua mãe, seu pai, seus amigos, que antes queria saber tanto, agora não queria saber nada e evitavam o assunto como o diabo evita as cruzes. E esse foi um dos poucos momentos que ele se sentiu entendido, porque ele não queria conversar sobre isso. Ou explicar. Ou superar. Ele queria sentir sua dor sozinho até que estivesse tão pra baixo que o único jeito era subir.

E esse dia custou a chegar. Foi se arrastando por anos de terríveis e constrangedores encontros no corredor e festivais da escola e festas de formatura. E quando ele estava longe. Bem longe, ele esqueceu. E se tornou um escritor.

Porque todo mundo que já teve o seu coração partido de verdade se torna um escritor. Ou é corajoso o suficiente. Ou tonto o suficiente. Ele provavelmente era os três. E ele decidiu escrever uma história sobre um garoto e uma garota que se apaixonavam.

Essa poderia ser uma história até fácil de se escrever. Se você acredita nela. Claro que ele não acreditava. Na história depois que o garoto e a garota ficavam juntos eles brigavam e então percebiam que não tinham nada em comum e se separavam. E então quem fica falando sobre um amor que sumiu. Ninguém. Nem ele.

E então o garoto entendeu que se o seu amor tivesse se concretizado ele teria desaparecido também e não teria significado nada. E seria como qualquer outra história sobre o amor entre um garoto e uma garota. Mas o seu amor, seu falido, horrível, partido, infantil amor significava alguma coisa. Era dele. E ele poderia escrever sobre esse amor que ninguém quebrou. Nenhum relacionamento estúpido ou nenhum “Obrigada, mas não” bobinho destruiu. Ele poderia usar isso a seu favor.

E ele escreveu um livro. Sobre um garoto e seu amor, e suas emoções, e seus problemas respiratórios, e sua garota, e seus “Obrigada, mas não.”, e suas choradeiras, e seus sentimentos. E era um livro até bem bom. Um daqueles que você chora no meio e fecha eles com um meio sorriso, pensando na sua vida e o que fez dela. E ele estava orgulhoso dele. Ele amava seu livro.

Mas ninguém o comprou. Porque, o garoto veio a saber só depois, que as pessoas querem mesmo é um final feliz.

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Ahhh Que ano de merda

Posted by: Adriana Moreira on: Novembro 27, 2009

De verdade… Esse de longe foi o ano mais complicado da minha vida. Eu odeio ter que ser adulta… Dói… Esse ano foi tão, não há palavra para defini-lo melhor, RUIM que eu tive que fazer um balanço para ver como as coisas vão indo:

*Retrospectiva barata*

200 aulas mal assistidas e aprendidas.
40 trabalhos de faculdade que eu não tenho a menor idéia de como fiz.
1 emprego mais ou menos
1000 Entrevistas de emprego que ainda me fizeram ir a lugares longínquos como o “MANDAQUI!!”.
30 pessoas legais, bonitas e divertidas xD.
3 recuperação. E uma delas é de uma matéria que eu não aprendi e não vou aprender (de verdade, alguém além de estudantes de Psicologia sabe o quem é Piaget?? Ninguém sabe o quem é ele meu Deus, por que eu estudo??).
401 momentos de azar, chuva e afins…
27 problemas com as únicas coisas que ainda eram divertidas e valiam à pena.
10 viagens;Santos, Rio, Minas e Paraná.
144 idas a Paulista e arredores.
9 pessoas sem noção que e me fizeram chorar
1 paidrato maravilhoso a menos.
0 clima natalino.

Fazendo as contas matemáticas com a ajuda de uma calculadora já que eu não sou capas de colocar 24 + 09 de cabeça, podemos notar que temos 1681 pontos para os negativos e apenas míseros 184 pontos para os positivos, o que dá uma diferença de 1497 para coisas ruins que aconteceram no meu ano!!! O que significa apenas uma coisa: Esse ano não valeu à pena!! E se continuar desse jeito em P.G. eu estou agradecida que vai acabar tudo em 2012!! Mas enquanto 12 não chega, eu me contento com 10… Espero que o ano que vem seja melhor que esse. Eu não vou prometer fazer nada porque eu sei que eu não vou cumprir, mas bem que os astros poderiam ficar de bem comigo de novo, se quiserem eu faço um sacrifício aos deuses, ou umas oferendas, tudo pra dar um up nessa maré de problemas!!! Eu só espero que 2010 traga algumas coisas com a Iemanjá, sei lá, tipo, menos saudades, empregos legais para alguns, passar no vestibular para outros, tempo para terceiros… E pra mim só um tiquinho de sorte já tava ótimo! xD E eu sei que o Natal nem passou ainda e eu já estou falando de Ano Novo, mas é que o clima natalino desse ano está nulo, então nem dá pra comentar nada, ou fazer alarde, estava até pensando em pular essa data… eu a menina Natal rs Quem me conhece sabe o quanto isso pode ser grave! Acho que finalmente dei uma chance ao Grinch…

Ler…ler e LER!

Posted by: Adriana Moreira on: Novembro 24, 2009

Eu sinto que finalmente voltei a fazer isso… Ler. Tem horas da minha vida que eu acho que eu não estou lendo nada. Não por que eu realmente não esteja lendo nada, porque eu sempre estou lendo algo, mas eu quando eu não consigo terminar eu tenho a impressão que eu estou negligenciando esse hábito e hobbie.

 Mas agora eu consigo terminar pelo menos uns 3 e 1 deles era para a faculdade (I’m a Winner xD), mas era um livro legal, então não sei se conta! Falando em Faculdade, estou, nesse semestre fazendo 9 matérias (sem contar claro a que eu vou TER que trancar, e me jogaram com a professora que me deixa louca…) trabalhos razoaveis, sem contar que  essa semana é a de prova. (bad week)

Eu venho escrito um monte esses dias, mas não tenho postado nada pelo simples motivo de que eu ando escrevendo a mão no caderno… E aí rola uma super preguiça de passar pro word e colocar aqui no blog depois…

Então não tenho escrito praticamente nada, principalmente porque nesse semestre ( final de ano) me deu uma vontade de levar um pouquinho a sério a facu, nada muito espantoso, claro! Até já tirei xérox, então se eu não postar quase nada eu vou culpar o Mackenzie e não a incapacibilidade do meu cérebro… Pelo menos é um motivo mais honroso!

 Mas eu vou me empenha nisso aqui  então provavelmente eu vou escrever uma coisa em cima da outra e postar tudo de uma vez!

xD

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Pequeno Principe

Posted by: Adriana Moreira on: Novembro 22, 2009

Hoje fui a exposição do Pequeno Príncipe na OCA e ela está genial. Muito boa mesmo. Quando a Anna me chamou eu me animei afinal o Pequeno Príncipe é um dos meus livros favoritos, mas não imaginei o que eles conseguiriam fazer em uma exposição sobre um livro só. Não parecia ter material o suficiente. Bom… eles acharam. Tá muito legal mesmo a exposição e quem tiver a oportunidade de ver, devia ir. Nem tá caro, 9 pra que é estudante. E só a história já vale a pena, vê-la contada de diversas maneiras entre todos os setores é mágico!

Inclusive, quem for na exposição, prepare-se para o último andar. Melhor idéia do planeta… Qualquer planeta

Falando em boas idéias, encontramos uma mulher na oca que não era conhecida por isso. Ela parou eu e a Anna pra ter um papo sobre o Sri Lanka. Ela disse que o país ficava na Índia, assim, aleatoriamente, como quem fala sobre o tempo no elevador.
Eu e a Annai nos entreolhamos e eu disse meio assustada “não fica não”. A mulher ficou meio indignada e insistiu “fica sim!”, então eu tive que mostrar a verdade pra ela “Então, o Sri Lanka fica… no Sri Lanka…”.
“É, na Índia. No continente…” a mulher parecia normal até, mas obviamente não era. A Anna arrematou “No continento ASIÁTICO, né? Perto da Índia…”.
A mulher que não queria passar por burra continuou (mesmo já tendo se mostrado uma completa anta…) “Bem… quem sabe geografia…”. “E quem não sabe né?” Eu disse e fomos embora. Que tipo de gente maluca fica falando de GEOGRAFIA no meio da exposição maravilhosa do pequeno príncipe?? E ainda por cima não sabe que o Sri Lanka é um país?? Bom, mas a maluca não parou por aí, ela foi correndo atrás da gente pra divagar sobre os conhecimentos dela, e perguntou pra gente onde ficava o Urbequistão. Eu não sabia direito, só que era no Oriente Médio, por ali, mas ainda bem que temos a Anna na nossa vida, ela super humilhou a mulher com os seus conhecimentos geopolíticos. Mas a tia não se deu por satisfeita. Resolveu nos contar como o Curquistão (?!) que tinha causado a guerra no Iraque!
Eu até dei corda pra ver que tipo de imbecilidade ela ia falar, mas era tanta bosta que tivemos que deixar ela falando sozinha… Eu hein? É só gente estranha que me aparece. Ultimamente não tenho tido UMA conversa normal! Eu realmente preciso dar uma olhada no que o meu imã tem atraído e trocar de bêbados, malucos, mendigos para Chances da vida…

Coisas que eu não entendo e me intrigam sobre o ser humano…

Posted by: Adriana Moreira on: Novembro 21, 2009

- Fim de semana prolongado
- Não poder encarar as pessoas
- Desfile de moda
- Biografia de autor no fim do livro
- A palavra “bisnaga”
- Roupas para cachorro
- Filme de terror
- Tantas palavras para ma cor só (vide a cor bege)
- O instrumento musical chamado “triangulo”
- Obsessão em ser esquelético
- Sinos nos pescoços das vacas
- A função de um quepe
- Bolsa de Valores
- Relacionamentos amorosos
- Propaganda de remédio
- Trabalho de Conclusão de Curso
- O porquê de ir pra Lua
- Viseira
- A necessidade de fazer tudo em tamanhos menores
- O uso do Logaritmo
- Livros do Paulo Coelho
- Permanente no cabelo
- Pop-Ups
- 5 dias de aula e 2 de fim de semana
- Expressões faciais em novelas mexicanas
- Gente que chega na sala antes da aula começar
- O botão “Estou com sorte” do Google
- Comerciais da MTV

… E alista só cresce… Sintam-se a vontade para se espantarem e não compreenderem comigo.

Consequências

Posted by: Adriana Moreira on: Novembro 19, 2009

“Consequências… São as pequenas coisas. E as pequenas coisas, e não existe nada maior”. Filme Vanilla Sky

 

De repente me deparo com o quanto resta das pequenas decisões que tomei.Você sai da cama e diz: “Apartir de hoje vou mudar! Vou me tornar uma pessoa melhor!” E é testado imediatamente

Aquela voz interna que não deveríamos ouvir, mas que sempre ouvimos e que nos diz “Passe mais um sinal vermelho, ninguém vai perceber”.

A cultura pop deixa marcas em nossas vidas, um filme ou uma musica define o que é o amor, a visão de família e paternidade… Algo que nos fez rir muito, algo que nos comove e não sabemos o porquê Associamos coisas com imagens que nos marcaram enquanto crescemos. E tudo isso fica gravado em nossas mentes, e nos faz sonhar com aquilo.

Eu sempre quis comprar esses sonhos que a cultura pop vendia. Na verdade a minha vida sempre foi um sonho que se chama: “A busca eterna para ser, estar e ficar feliz para sempre”. Fato! Minha vida real é um sonho, faço dos meus sonhos, brincadeiras, fugas da realidade, são tentativas de comprar uma vida “real” com o doce e amargo que a cultura pop me vendeu… Afinal que nunca sonhou em viver um conto de fadas?!

 Até que chega um momento que de tanto imaginarmos a realidade se torna real. Real de mais. Ramificações muito reais, de amor, perda e dor.

E finalmente eu me toco do que realmente esta acontecendo e das escolhas que estou fazendo…E tudo faz sentido. E percebe os erros que cometi e as escolhas absurdas que fiz. E me torno uma pessoa que tenta dar um jeito na vida. Mas…. Sou testada imediatamente…

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Crescer

Posted by: Adriana Moreira on: Novembro 18, 2009

Eu tenho um amigo que chamado Daniel ( Dan)… Ele está indo morar sozinho e no domingo o pessoal me chamou pra ir ajudar ele e a empacotar as coisas da mudança.

O Dan é como se fosse o mascote do grupo. Ele é meio crianção, fofinho, desengonçado. Parece o irmão mais novo da turma, que todo mundo zoa, mas protege. E como eu adoro ele fiquei super empolgada com a idéia de ir ajudá-lo a montar sua nova moradia (Principalmente porque deve ter rolado mais zona do que arrumação). Infelizmente eu nem fui, porque como eu também sai de casa, fim de semana é dia de ficar com a família e resolvi assistir um filme com a minha mãe (muito ruim por sinal, nem vale a pena comentar). Mas isso não me impediu de pensar sobre o assunto. O Dan (perdido, meigo, atrapalhado) ia morar sozinho. Em uma casa só de Dan. Isso me espantou. Mais do quando eu fui fazer as minhas próprias coisas sozinha.

Mas é porque se o Dan está crescendo quer dizer que não temos escolha mesmo! Todo mundo vive falando das dúvidas existencias dos adolescentes e como todos passam por isso. Eu não lembro muito de ter na verdade. A minha adolescência ou passou desapercebida, ou eu estou vivendo agora. Porque essa história toda de ser adulto, de ter que cuidar das próprias coisas, pagar contas, fazer decisões que afetam o futuro estão me deixando cheia de dúvidas (“Estou fazendo a escolha certa? Será que eu me precipitei? Será que eu estou enrolando? Vale a pena? Yadda Yadda”). O pior dessas decisões não é fato de serem assustadoras, mas de serem inevitáveis. Eu lembro que meu “paidrasto” falava que ser adulto era chato, ruim, complicado. Mas ninguém tinha me contado o quão aterrorizante era ser quase adulto. A gente tem todas as oportnidades do mundo, ali, na nossa frente. A gente pode escolher qualquer uma delas, desde as mais difíceis até as mais simples, e todas elas vão nos levar para um caminho diferente e desconhecido e que algumas vezes não tem volta. O quão amedontrador pode ser isso?

 E quando eu penso no que todos os meus amigos estão fazendo, me espanta mais ainda ao perceber o quanto é natural. 1 ano atrás ninguém ia imaginar que ou eu o o Dan (o Dan MEU DEUS DO CÉU O.O) tem uma casa só sua, e que o Felipe ia estar digirindo um carro, e o Digo e a Keka estariam trabalhando em algo que pretendem subir na carreira, e a Anna e a Aline teriam passado na faculdade federal depois de anos tentando, e a Biscoito estaria procurando emprego para pagar o cursinho. Isso é o não é coisa de gente grande? Ou que está pelo menos tentando? Parece estranho, fora do comum, mas está acontecendo sem a gente nem notar. É como se fosse instintivo.

Eu mesma estava num estado de negação (crescer não, OH MY GOD, please make it stop!), mas quando a gente vai vendo todo mundo se moldando, fazendo as coisas que querem e decidindo o que é melhor para a sua vida dá até uma vontade de ser grande mesmo.

Mas o Dan morando fora eu não aceito! Onde ele vai colocar o pavão dele

 

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